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28 julho 2013

Comer Rezar Amar




O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos. Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. 

Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. "Comer, Rezar, Amar" é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. "Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas", explica. 

Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente. 

Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. 

Particularmente, eu amo livros que trazem experiências reais de outros lugares que realmente existem.  Por essa ser uma história real, eu admiro muito a coragem da autora por realizar isso, era algo de que ela desejava, era algo que outros consideravam uma maluquice, mas acima de tudo, era algo que ela precisava. 

O livro é divido em três partes, sendo cada uma delas referente a um país que a protagonista visitou. Na parte Comer Elizabeth viaja para a Itália e abraça calorosamente a comida italiana, se esbanjando o quanto pode. Certamente foi a parte que mais gostei, foi onde havia um ar mais leve e divertido com uma Elizabeth mais despreocupada e aventureira. Lendo os relatos sobre o país bateu uma enorme vontade de visitar e comer todas as pizzas que Liz tanto descreveu. A segunda parte, Rezar, se passa na Índia e lá Elizabeth vai para um ashram, que basicamente é uma comunidade que reúne todas aquelas pessoas que buscam uma evolução espiritual. Admito que a partir dessa parte o livro começou a me parecer entediante. Mas felizmente a terceira parte, Amar, chegou para me fazer perceber novamente porque estava gostando do livro no início. Indonésia é o destino da vez, e nessa parte da história Elizabeth retorna a Bali para falar com o velho xamã Ketut que ela havia visitado antes de começar toda essas viagens. E como não podia deixar de ser, ela acaba por encontrar um novo amor, dessa vez um brasileiro. 

lançado em 1 de outubro de 2010, o filme Comer, Rezar, Amar foi dirigido por 


Ryan Murphy Com Julia Roberts e  Javier Bardem como os atores principais. foi classificado no Gênero Drama nos EUA.


21 julho 2013

Memórias De Uma Gueixa




Um romance fascinante, uma visita a tradicional cultura japonesa, seu relato tem início numa vila pobre de pescadores, em 1929, onde a menina de nove anos é tirada de casa e vendida como escrava. Pouco a pouco, vamos acompanhar sua transformação pelas artes da dança e da música, do vestuário e da maquilagem; e a educação para detalhes como a maneira de servir saquê revelando apenas um ponto do lado interno do pulso - armas e mais armas para as batalhas pela atenção dos homens. Mas a Segunda Guerra Mundial força o fechamento das casas de gueixas e Sayuri vê-se forçada a se reinventar em outros termos, em outras paisagens.

 Neste romance, a história de Chiyo Sakamoto é revelada. Nunca antes a vida particular de uma gueixa fora contada, exceto quando Sayuri decidiu já se fazer chegada a hora. Chiyo Sakamoto era uma doce menina, inocente como as demais meninas a viver entre pescadores. Com a mãe doente e o pai idoso o bastante para não dedicar o restante da vida a mais ninguém, a pequena japonesa, juntamente com a irmã mais velha, Satsu, não teria vez de sobreviver à própria mercê. Moradora de uma “casinha bêbada”, assim chamada devido ao seu aspecto ladeado, Chiyo, aos nove anos de idade, cruzou o caminho do homem que mudaria o seu destino. Ao trocar um olhar pela primeira vez com o Sr. Tanaka, a menina teve uma visão de segurança e esperança, enquanto que o homem nada via além de um belo par de olhos claros. Ou, talvez estivesse a ver o além desde o princípio.

O autor, Arthur Golden, apresenta-nos a beleza da cultura japonesa em uma trama de sensualidade e audácia. Através da história da pequena menina a tornar-se uma grande mulher, nos perdemos entre intrigas e desafios, reencontrando-nos apenas na força de Chiyo, que, após ser vendida pelo Sr. Tanaka ao Okiya Nitta – sendo Okiya o nome dado as casas nas quais viviam as gueixas –, teve de sufocar-se por inteiro para, aos poucos, fazer nascer seu novo eu: a gueixa Sayuri Nitta.   A palavra “gueixa” significa “artista”, logo, o treinamento árduo de uma aprendiz é composto desde a dança até o doce ato de servir chá. Ao ouvir que gueixas divertem homens, pode pecar quem as imagine como prostitutas. A bem da verdade, uma gueixa só vem a ter relação sexual com o seu Danna, que é o homem que se dispõe a sustentá-la pelo resto da vida. Para os demais homens, elas não passam de musas de inspiração, beldades sedutoras, companhias para casas de chá e festas.


No Okiya, moravam, Vovó que era a mais velha, Mamãe que controlava tudo e era a dona, Titia, irmã por adoção de nome, junto de Mamãe pela Vovó; além delas, criadas, a nova aprendiz, e a única gueixa da casa, Hatsumomo. A outra menina, um pouco desajeitada, se torna de início amiga de Chiyo, que lhe põe o apelido de abóbora, por ela ficar sempre com a língua para fora enquanto faz alguma coisa. Mas neste lugar tudo, o que se come, ou faz é cobrado; e Mamãe anota tudo. A dívida é paga quando a jovem aprendiz começa seus trabalhos como gueixa. Hatsumomo, não gosta de Chiyo, faz qualquer coisa para que ela seja expulsa  ou para que sua dívida aumente ainda mais.


Certa vez ela encontrou com o presidente na rua, ele se encantou com seus olhos e ela por ele.  Mas ela ainda é praticamente uma criança, e o que ela não sabia era que aquilo ia mudar sua vida para sempre. 

O autor,  escreveu o livro, como narrativa em primeira pessoa pela Chiyo, encarando a alma de uma mulher e expressou-se perfeitamente.



Filmado nos estados Unidos em 2005, no gênero drama, dirigido por Rob Marshall, em 2006 ganhou o Oscar nas categorias de melhor direção de arte, melhor fotografia e melhor figurino.

Este livros nos deixa o ensinamento  de como a paciência é a maior aliada da conquista. 



BOA LEITURA...

12 julho 2013

Serie Crossfire


Eva Tramell tem 24 anos, bonita, rica e muito traumatizada. De acordo com o planejado, ela se formou e  acaba de conseguir um emprego em uma  agência de publicidade dos Estados Unidos. Então ela conhece o jovem bilionário Gideon Cross, o homem mais sexy que ela  já viu. Gideon imediatamente se interessa por Eva, que faz tudo o que pode para resistir à tentação. Mas ele é lindo, forte, rico, bem-sucedido, poderoso, totalmente avesso ao romance,  sempre consegue o que quer e igualmente traumatizado.  Eva não acredita em contos de fadas, mas acha que vai aparecer a pessoa certa e acaba se entregando. Uma relação intensa começa. O sexo é considerado por eles como incrível. Capaz de levar os dois a extremos a que jamais tinham chegado. E, então, eles se apaixonam  o que pode ser tanto a chave para um futuro feliz quanto à faísca que trará de volta os traumas do passado.

Narrativa as emoções ligadas ao desejo e ao amor, descrevendo um relacionamento conturbado que vai além dos sentimentos de paixão, posse, necessidade ou cura. Seria impossível deixar de salientar as semelhanças que a obra possui com os livros da trilogia adulta da autora E. L. James, até porque a própria Sylvia Day assume que se inspirou em Cinquenta Tons para criar sua própria história. Sendo assim, aqui também temos um personagem masculino dominante, bem sucedido, arisco a compromissos e repleto de traumas do passado; um relacionamento e desejo carnal que não demora a se intensificar e revelar alguns segredos obscuros; cenas extremamente sensuais; e a inserção, mesmo que pequena, de elementos de submissão e dominação.

Os protagonistas são humanos, passíveis de erros e por isso nos irritam em vários momentos, contudo a lembrança do passado conturbado deles e tais segredos ligados a essas mágoas nos prendem intensamente a leitura.

Se você gosta de romances adultos, se arrisque, lembre-se de que se trata de um romance adulto, então além da sensualidade, tem também um vocabulário inadequado para menores.

Já foram lançados 3 volumes e vem mais por ai. 
  1. Toda Sua
  2. Profundamente Sua 
  3. Pra Sempre Sua
Boa leitura...




05 julho 2013

Série Cinquenta Tons


O livro J. L. James narra a história de Anastasia Steele, uma jovem e ingênua estudante de literatura que aos 21 anos nunca teve um namorado. Ana, como prefere ser chamada, é uma mulher bonita, inteligente, mas extremamente desastrada. Ela mora com a amiga autoritária Katherine Kavanagh – ou simplesmente Kate –, que estuda jornalismo E é quem  consegue marcar um horário para entrevistar Christian Grey, um bilionário de 28 anos que comanda um negócio multinacional. Não obstante, ela acaba adoecendo no dia da entrevista e solicita que Ana a realize em seu lugar. Ana corresponde ao pedido de Kate e nem imagina os rumos que sua vida iria tomar após aquele dia.

Quando Ana e Christian se conhecem, logo sentem uma forte atração um pelo outro. Apesar de sua inexperiência, Ana parece decidida a encarar um relacionamento e se entregar ao amor. Christian, por sua vez, é um homem com preferências estranhas e isso faz Ana hesitar em um primeiro momento.

Não demora muito para que eles embarquem num intenso e sensual caso de amor.
Ela descobre mais sobre seus próprios desejos e se choca ao descobrir também que por trás daquele homem de sucesso existe um passado misterioso e segredos obscuros.

Bonita, com autoestima quase nula, Ana é absurdamente ingênua. A mocinha boba que se apaixona pelo bilionário atraente e é correspondida de uma maneira que Ana jamais pudesse imaginar.

A história é muito complexa, Grey é um homem controlador, possessivo, muito problemático, que não acredita em amor e o trata como um negócio.Anastásia Steele é a garota que muda a cabeça dele, por ser uma garota totalmente inexperiente com sexo e por ser muito teimosa também.

É um livro de conteúdo erótico, portanto, destinado a maiores de 18 anos.

É uma história romântica, erótica e viciante. Vale a pena conferir
Christian Grey é o sonho boa parte da mulherada e isso faz com que seja o sucesso que é.

São três volumes 

  1. Cinquenta Tons de Cinza
  2. Cinquenta Tons Mais Escuros
  3. Cinquenta Tons de Liberdade



Boa leitura...

01 julho 2013

Os Miseráveis


Não é só um clássico do mundo literário de Victor Hugo, mas também o mais bem sucedido musical de todos os tempos. Com uma surpreendente combinação de ação, compaixão, sofrimento, fúria, perdão e amor, relata a saga de um homem que lutou contra o sistema judicial da sua época, que condenava todos aqueles que tiveram a infelicidade de nascer pobres.Jean Valjean, depois de ter passado quase vinte anos na cadeia por roubar pão, emerge da sua condição de prisioneiro com fome de viver e disposto a levar uma vida honesta. 

 O protagonista, depois de tanto tempo forçado a trabalhos pesados, perde sua essência, não é mais a mesma pessoa. Mas se reencontra quando comete um novo roubo, leva embora a prataria da unica pessoa que o acolheu quando todos o rejeitavam. É quando é apanhado, mas a vítima lhe libera, não o condena. Isso lhe restitui a compaixão.Com o passar dos anos, sua vida muda muito, tem uma reviravolta, e personagens inesperados e marcantes surgem e é ai que inicia uma das mais lindas e emocionantes aventuras que já li.
 Os Miseráveis, foi escrito em 1862 e é uma narração de caráter social em que o misticismo, a fantasia e a denúncia das injustiças formam uma trama complexa, onde descreve vividamente, ao tempo de condenação, a injustiça social da França do século XIX. 

 O clássico Os miseráveis foi chamado de "um dos maiores best-sellers de todos os tempos". Nas 24 horas
seguintes à publicação da primeira edição de Paris (1862), as 7 mil cópias foram todas vendidas. O livro foi publicado simultaneamente em Bruxelas, Budapeste, Leipzig (na Alemanha), Madri, Rio de Janeiro, Rotterdam e Varsóvia. Depois, a obra foi traduzida para quase todas as línguas do mundo. No século XX, Os miseráveis se tornou filme e musical da Broadway.

Boa leitura... 

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